sexta-feira, 4 de março de 2011

Avô e Avó

Amo os meus avós, amo incondicionalmente, amo de uma maneira inesplicável. São as pessoas mais importantes da minha vida, são metade de mim.
Temos pontos de vista e maneiras de pensar um pouco destintas, também os tempos e as vivências são outros, mas apesar de tudo, amo-os e quero-lhes muito bem. Este é um amor puro, é um amor eterno, e não quero nem pensar o que será um dia a minha vida sem eles, eles são a minha vida, são o meu porto seguro, são com quem eu me sinto mais amada, mais protegida, mais à vontade...
Estas férias de carnaval vão ser passadas com eles, mal posso esperar, quando estamos longe de quem amamos é que conseguimos realmente dar o devido valor a essas pessoas. Estou muito entusiasmada de ir para lá, adoro lá estar, tenho saudades de tudo, da comida da minha avó, das brincadeiras do meu avô, e até da minha avó a ralhar comigo e dos sermões do meu avô de como deve proceder uma boa rapariga.
Engracado como sem estar a vê-los consigo pela voz identificar os gestos, o que estão a pensar, o que querem dizer, se estão preocupados, alegres, estranhos...
Enfim, estes dias vão ser muito bons, vão ser optimos :)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Paixão VS Amor

Como é bom o inicio de uma paixão, aquele fascinío enorme, o abraço apertado, o beijo ofegante, o desejo único! Eu prefiro a paixão, admito!
Pequenos gestos, palavras que nos marcam, os mesmos que desaparecem com o tempo, de uma maneira ou de outra, deixam saudade mas também um sorriso de recordação. Desaparecem porque o fascinio da descoberta acaba e estamos prontos para seguir em frente á descoberta de algo novo.
É assim o fim de uma paixão... não do amor.
O amor é diferente, o amor é aquilo que vês nos meus meus olhos, nos meus gestos, nos meus beijos igualmente intensos, desde o primeiro dia, na minha entrega. Vês na minha preocupação, no meu carinho, no meu desespero de te perder. Mas como posso eu sentir o desespero de te perder, se apenas não quero ver que te perdi, de uma maneira ou de outra, e que quanto mais quero insistir e consertar os pedaços partidos (como um miudo desesperado partiu uma peça de porcelana valiosa), mais tudo se desmorona, e apesar de colar todos os pedaços dessa porcelana, sei que um dia vai se desmorenar de novo, e talvez nessa altura, não possa mais nada fazer a não ser recordar, até esquecer...